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Guilherme Alves Costa

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Quebra de sigilo A Justiça já autorizou a quebra de sigilo dos dados do celular de Guilherme para entender se ele agiu sozinho, e o que conversava com a vítima. Os advogados de defesa aguardam as informações do celular e também o laudo psiquiátrico, mas acreditam que o jovem sofra de algum tipo de transtorno. Em um livro escrito pelo rapaz, ele diz que fazia parte de um grupo "sem nenhuma relação pessoal, é tudo virtualmente através de um canal na deep web". Os advogados de Guilherme dizem que o jovem nega participar de qualquer seita ou que tenha orientações de algum líder ou grupo. Publicidade Guilherme também teria dito aos advogados que "não sabia o que estava fazendo, estava fora de si", que não pensou nas consequências do ato e que Ingrid teria problemas de depressão. Réu O Ministério Público denunciou Guilherme por homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e crueldade. A Justiça aceitou e autorizou a quebra de sigilo. Se condenado, a pena pode chegar...